quinta-feira, julho 02, 2009


Não gostava de morar num mundo pós-apocalíptico, apercebo-me agora disso. Um mundo que tivesse sido devastado pelas criações destruidoras do homem seria algo demasiado negro para mim. Viver rodeado do permanente sentimento da morte eminente, às mãos de um qualquer bando de revolucionários de alguibeira ou de agentes policiais transformados em braço armado de um lunático, são algumas das imagens que de repente me assolam o cérebro quando penso nessa possibilidade de mundo. Definitivamente o futuro, por vezes, consegue ser algo de perfeitamente assustador. Não é sempre, mas às vezes, quando se liga a televisão, quando se pega num livro ou quando se vê um filme que nos deixa a pensar. A pensar que por muito conhecimento que acumulemos na nossa fugaz existência, o desconhecido ocupará sempre a maior percentagem na nossa mente. Resta-nos acreditar que, no derradeiro fim, os princípios que deviam nortear o humanidade, como o amor e a amizade, serão mesmo a última coisa a ser vaporizada numa bola de fogo infernal...

2 comentários:

Stephen King disse...

Tetsuo... :)

Nuno Guronsan disse...

Kaneda... ;)